terça-feira, abril 19

Pois?!?!

Habemos papum, pois e agora?
Sempre (sempre é como quem diz) considerei a religião um fenómeno eminentemente político, mesmo a bíblia, mesmo os evangelhos. Daí não ter ficado por aí e além surpreendido com a leitura e a interpretação que é feita no Código Da Vince.
Mas tenho que assumir e ficar surpreendido como a igreja, nesta eleição papal, soube utilizar, em seu proveito, na captação de fiéis, na divulgação da sua ideia e da sua imagem, qual produto de supermercado, as tecnologias da informação, nomeadamente a televisão, o show mediático na afirmação de um produto global tanto (ou mais) conhecido que a coca-cola.
Isto traduzir-se-á em quê, é o que iremos saber nos próximos episódios.

3 Comments:

At 11:22 da tarde, Blogger Paulo Lopes said...

É verdade, Manel, é verdade. Um produto mediático como há muito não se via...

Mas ainda assim esta eleição não te soube a pouco? :-\

 
At 1:30 da tarde, Blogger A.Mello-Alter said...

PERDOAI-LHES SENHOR
Juntaram-se os 115 Magníficos, e o Fumo Branco, para a Igreja, foi Negro.
Os 115 Cardeais, bem vestidos e bem “cevados”, escolheram o pior de todos eles. Joseph Ratzinger, o Papa Nazi, (membro da Juventude Hitleriana), é o tão anunciado Bispo Negro, o Anti-Cristo. O coveiro da Igreja Católica Apostólica Romana.
O povo que esperava, delirou ante a aparição do novo Papa, Bento XVI. Se lhes tivessem apresentado um bezerro vestido de Papa, o povo acrítico, teria delirado da mesma forma.
Foi esta a Grande Herança de Karol Vojtyla, um Colégio Cardinalício maioritariamente Ultra Conservador.

 
At 11:08 da manhã, Blogger Paulo Lopes said...

Muitas acusações podem impender sobre o passado do Papa Bento XVI. Todavia, uma delas não lhe pode ser assacada. Vejo, alguns críticos, irreflectidamente, a destacarem a sua pertença à "Juventude Hitleriana" enquanto criança/jovem. A eles digo: Tenham juízo! Considerem a natureza da época histórica. onde as crianças eram desde cedo fortemente ideologizadas [possuo cartilhas de leitura nazistas que o atestam] e obrigadas a ingressar nessa organização sem direito a contestação. E mesmo que o tivessem não teriam maturidade para tal. A estes críticos (eventualmente alguns perfilaram a organização da "Mocidade Portuguesa" e confessam-no saudosisticamente), a inclusão involuntária de uma criança numa organização cuja dimensão não estava ao alcance da sua compreensão parece ser um pecado de lesa-pátria... Tenham juízo!

 

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