segunda-feira, outubro 17

política

O PS tem, desde há muito, a particularidade de quase todos os nomes apontados, independentemente do para onde, se discutirem na praça pública, fazendo e dando origens a toda a espécie de vaticinios, balanços antecipados e perspectivas futuras.
A grande surpresa que rodou em torno de não se conhecerem os nomes apontados para o governo de Sócrates, isto ainda em Março passado, foi um claro sinal deste estar, deste hábitus socialista.
Perspectivando-se uma contenda entre socialistas na afirmação de uma candidatura presidencial eles aí estão, na praça pública, aberta e disponível a todas as considerações.
Pena é que nos lugares certos a maioria se cale e consinta tudo o que é apresentado.
Sou a favor da participação, da transparência, do debate e da troca de ideias, mas quando se decide, para que se decida. Depois de decidido está decidido e o caminho é comum.
ou não é.

2 Comments:

At 4:49 da tarde, Blogger Miguel Pinto said...

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At 4:50 da tarde, Blogger Miguel Pinto said...

Sim e não. Sim, se no pressuposto de que a decisão é assumida e construída por todos. Quem é que solidariza com a decisão? Como dizes e bem, nos locais certos haverá lugar à discussão, concertação de ideias e pontos de vista, e a decisão deverá ser assumida por todos salvaguardando-se os casos de ruptura assumida.
Não, porque há decisões revogáveis. Não será a política uma escola da efemeridade decisória. A questão da reforma da função pública não será um exemplo? Atente-se às políticas educativas: será que a unilateralidade das decisões entra no teu quadro de referência?

 

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